Bancos vão lucrar menos? E o momento atual da economia? O que faço?

Como estou sem tempo de postar, vou compartilhar este ótimo texto do Leitão. Abraços, Ivens!

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Recentemente o amigo leitor, Jefferson, levantou essa questão (Obrigado, Jefferson!):

“Olá Leitão e amigos,

Você acha que essa queda artificial dos spread bancários pode influenciar tanto nos lucros dos bancos? As ações do BB já caíram 30%, o que me pergunto é se essa redução do spread vai fazer com que o lucro caia 30% também. Apesar de que o lucro dos bancos já vinha caindo antes disso nos dois últimos trimestres. Não poderia haver pelo contrário uma melhora no desempenho do BB e CEF em relação aos outros bancos, pq muitas taxas reduzidas são para clientes que utilizarem outros produtos do banco deixando assim de pagar juros, mas pagando anuidades, taxas de administração, etc. ?

Abs, Jefferson”

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Oi Jefferson!

Hoje é o tema “juros dos bancos”. Ontem foi o tema “xxxxx”, amanhã será o tema “yyyyyy”.  Ao longo desses anos no mercado lembro-me dos mais diversos temas para se preocupar. Vou cita alguns mais recentes: “CPI da Petrobrás”, “Crise na Europa”, “Crise sub-prime”, “11/Setembro”, “Guerra do Iraque”, “Queda da Bastilha”.

E hoje, temos a “Crise da Grécia”, “CPI do Cachoeira”, “Queda no preço do Coco na Bahia”, etc.

Não nos cabe, no papel de Investidor, tentar entender a complexidade da formação de estrutura, operacionalidade e lucro de nossas empresas.

Se eu for ter que entender de petróleo, mineração, banco, motores, cerveja, cosméticos, eletricidade, carpetes, louças, caminhões, etc. Vou ficar maluco!

Os gerentes de nossas empresas já são muito bem pagos para preocuparem-se com essas questões para nós.

O problema dos juros pode prejudicar a rentabilidade do BB? Pode! Ele vai deixar de ser bom investimento? Acredito que não, lá tem uma turma de gerentes bem pagos para isso. Mas não fico torcendo!

Eu, no papel de Investidor, já faço meu dever de casa verificando a qualidade da empresa e minha estratégia. Se o BB falir não me preocupo! Minha estratégia já contempla isso. Procuro manter uma carteira diversificada, balanceada, com preços favoráveis, com aportes regulares, alocação de capital de forma inteligente, e por aí vai.

E essa postura diante da Bolsa vale para todo momento, seja para a bolsa em queda atual e suas preocupações, ou seja para mercado de alta futuro e suas euforias.

Assim podemos investir melhor, tranquilos, e deixar as dores de cabeça para os gestores.

A melhor forma de sair de um labirinto é olhando por cima dele.

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Fechamento do mês – Março de 2012

IBOV em tendência de baixa no curto prazo, mas mantem-se em alta no Longo Prazo.

 

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[De olho nela] Cemig (CMIG4), Itaúsa (ITSA4) e Weg (WEG3)

A CEMIG vem em uma impressionante e ASSUSTADORA alta. Sim, confesso que estou com medo dessa alta gigantesca da CMIG4. Sem titubear, só subindo igual um balão. Isso é normal? Não sei, mas pelo que enxerguei ali ela tende a ficar em congestão de preços por um período (ou seja, pausa na alta ou alta de leve) até alcançar a LTA, pois ela se afastou muuuito… Estou achando uma alta muito anormal. Alcançando a LTA e os 38,2% do fibonacci ela tenderá a continuar a subida repetácular. Vamos aguardar novos capítulos desta novela.

Itaúsa em tendência de alta no longo prazo e também no curto prazo, porém quase alcançando um topo de um fibonacci, além disso se afastando da LTA de curto prazo, tendendo dar um recuo antes de continuar subindo.

Weg rompeu um canal de baixa, mas os candles ainda indicam indecisão do mercado. Rompimento do fibonacci pode levar a uma alta constante no curto prazo. Continua em tendência de alta no longo prazo.

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[De olho nela] Petrobras (PETR4), Banco do Brasil (BBAS3) e Vale (VALE5)

Para compensar minha sumida irei postar minhas visões sobre todos os papeis que possuo.

Começando pela que arroz de festa, Petrobras!

O papel estava em um canal de baixa (as duas linhas vermelhas formam um canal), se encontrando logicamente em baixa tanto no curto quanto no longo prazo (apesar de no longo prazo ter uma leve angulação para alta, mas não considero pouca alta como alta relevante).

Tendência no curtíssimo prazo é de alta, rompendo um fibonacci e acompanhando a LTA mais atual (linha verde mais a direita). Espera-se alcançar o topo do fibonacci ou, em caso de queda, um fundo na seta preta inferior.

O papel do Banco do Brasil está em tendência de alta no longo prazo, apesar de uma queda (que gerou, na minha visão, um canal de baixa). Como rompeu a LTB e o meio do fibonacci, a tendência no curto prazo é de alta, assim como no longo prazo.

A querida Vale está em tendência de alta no longo prazo, mas assim como o BBAS3, vem de uma queda no curto prazo. Rompeu sua LTB e está em uma congestão de preços. Alcançou esta semana a LTA Primária e portanto vive um momento de decisão. Rompendo o Fibonacci a tendência é alegrias. Percebam que formou um triângulo (quando uma LTB se encontra com uma LTA) ali no meio que eu não havia enxergado (valeu Mestre Leitão), o que dá ainda mais força para o rompimento.

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Fechamento do mês – Fevereiro de 2012

Muitas mudanças na minha vida ultimamente e por isso acabei por deixar de lado as atualizações. Hoje consegui encontrar um tempo, finalmente! Vamos lá…

A última atualização que fiz foi em dezembro de 2011, portanto este gráfico contempla fechamento dos meses de dezembro de 2011 e janeiro e fevereiro de 2012.

Usando o gráfico de semanas, a LTA (Linha de Tendência de Alta) Secundária mostra que o IBOV estava em franca tendência de alta entre março de 2009 até novembro de 2010, alcançando um topo e iniciando uma queda até chegar ao fundo em agosto de 2011. Quem acompanha o meu twitter viu que neste mesmo período comecei a perceber minha carteira finalmente se aproximando do azul.

A LTA Primária possui maior força que a Secundária, pois contempla um período maior de variações (zig-zags). No caso deste gráfico ela inicia em outubro de 2008 (fundo, crise subprime de 2008) e passa pelo momento atual, usando o candle da semana de 12 de agosto de 2011 para ter uma sustentação (ou melhor, neste caso acho que seria limitação).

O Fibonacci foi traçado usando uma congestão de preços entre a semana de 05/08/2011 até seu rompimento na semana de 20/01/2012. O rompimento ganhou força quando também superou a LTB (Linha de Tendência de Baixa) na primeira semana de fevereiro de 2012. A tendência é de alcançar a seta preta localizada nos 100% do fibonacci ou, caso a tendência não siga a alta esperada, provavelmente o próximo fundo será na interseção entre os 61.8% do fibonacci, a LTB e a LTA Primária, tendendo a dar uma leve subida novamente.

Apesar de estar em queda no curto prazo (lembrando que observo meses, portanto o curto prazo neste caso pode ser entendido como longo prazo para alguns), o IBOV continua em tendência de alta no longo prazo (como pode ser visto pela LTA Primária).

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